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Secretaria da Saúde repassará recursos para quatro maternidades que irão atender pacientes do Caí

Garibaldi, Montenegro, Sapucaia do Sul e São Jerônimo receberão recursos do Assistir para oferecerem os serviços

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Card em fundo cinza, no qual está escrito Saúde ao centro, logo abaixo de um ícone formado por uma mulher com um estetoscópio pendurado no pescoço e atrás dela, à esquerda e à direita, dois contornos representando pessoas com estetoscópio pendurado em volta do pescoço. No canto inferior direito está a logomarca utilizada pela gestão 2023-2026 do governo do Rio Grande do Sul.

A Secretaria da Saúde (SES) recebeu, no final da tarde de quarta-feira (29/4), a manifestação oficial da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (Amvarc) sobre a escolha dos locais de referência para atendimento em obstetrícia. Dez dos 14 municípios optaram por manter o Hospital de Montenegro, ao passo que os outros quatro escolheram outras instituições.

A partir da definição, o Estado irá reorganizar os repasses do programa Assistir para que a rede assistencial formada pelas quatro maternidades indicadas seja capaz de atender com qualidade e continuidade as gestantes dos municípios da região.

"Iremos estruturar um novo mapa assistencial para as gestantes do Caí. Agora temos condições de rever os valores do Assistir e adequar os repasses aos quatro hospitais que serão referências, sempre garantindo que sejam feitas entregas concretas, ou seja, que as gestantes e os seus bebês tenham um atendimento humanizado e de qualidade", explica a titular da SES, Lisiane Fagundes.

Na última segunda-feira, em reunião realizada na secretaria, em Porto Alegre, ficou decidido que os próprios municípios deveriam indicar um hospital como referência para a linha de cuidado materno-infantil nos territórios. O encontro foi motivado pela desassistência na maternidade do Hospital de Montenegro, que era referência de atendimento para os 14 municípios do Caí.

A instituição permaneceu com a unidade de obstetrícia fechada entre 21 de março e 18 de agosto de 2025 e, posteriormente, entre 6 de fevereiro e 24 de abril deste ano, totalizando mais de 200 dias com a maternidade inoperante. Diante disso, o Estado suspendeu os repasses do Assistir ao hospital, já que os serviços não estavam sendo prestados.

"No documento enviado ontem, a Amvarc informou também que os municípios que optaram por continuar com a assistência no Hospital de Montenegro irão ajudar financeiramente a instituição por três meses. É importante destacar que essa composição, com recursos do Estado, dos municípios e da União é natural, e ocorre em hospitais de diversas regiões do Estado. As três esferas do SUS devem colaborar para sustentar, manter e aprimorar os serviços de saúde", conclui o diretor do Departamento da Gestão da Atenção Especializada, Marcelo Reidel.

Referências em obstetrícia no Vale do Caí

  • Hospital de Montenegro, em Montenegro
    Brochier, Harmonia, Maratá, Montenegro, Pareci Novo, Salvador do Sul, São José do Sul, São Sebastião do Caí, Tabaí, Tupandi

  • Hospital Beneficente São Pedro, em Garibaldi
    Barão e São Pedro da Serra

  • Hospital Regional de São Jerônimo, em São Jerônimo
    Triunfo

  • Hospital Getúlio Vargas, em Sapucaia do Sul
    Capela de Santana
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