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Secretaria da Saúde participa de evento sobre saúde da população trans no Rio Grande do Sul

Os 23 ambulatórios do Estado podem ser localizados com ferramenta que facilita acesso de profissionais de saúde e usuários

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A foto mostra um auditório com palco de madeira e cortinas vermelhas nas laterais. No centro do palco há uma tela de projeção exibindo um mapa em tons de rosa e roxo, aparentemente do estado do Rio Grande do Sul, com dados geográficos. À esquerda do palco, uma pessoa está em pé atrás de um púlpito coberto com uma bandeira do arco-íris (símbolo LGBTQIA+), e há um vaso de planta verde à frente do púlpito. À direita do palco, há uma mesa com quatro cadeiras e uma pessoa sentada atrás dela. A mesa tem a inscrição “UFCSPA” na frente. À extrema esquerda, no nível do palco, está uma pessoa fazendo interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais). No canto direito do palco, há um banner vertical com cores roxa, rosa e verde, contendo texto parcialmente legível relacionado a um evento acadêmico ou seminário. À frente do palco, há várias fileiras de cadeiras vazias, indicando que o auditório está pouco ocupado no momento da foto. A iluminação é clara, com refletores no teto.
Equipe da SES apresentou Painel dos Serviços Ambulatoriais de Referência para a Saúde de Pessoas Trans e LGB+ no estado - Foto: Mariana Ribeiro/SES

Representantes da área técnica de Saúde LGBT da Secretaria da Saúde (SES) participaram, na quarta-feira (12/11), do Seminário Transcendendo a Saúde Redes de Atenção à Saúde e Políticas Públicas para as Pessoas Trans, realizado no Teatro Moacyr Scliar da Universidade Federal de Ciências da Saúde (UFCSPA), em Porto Alegre. A SES apresentou dados sobre Painel dos Serviços Ambulatoriais de Referência para a Saúde de Pessoas Trans e LGB+ no Rio Grande do Sul, que compõe o Plano Estadual de Saúde 2024-2027. 

O objetivo do evento foi promover o debate sobre os ciclos de vida da população trans e as interfaces entre políticas públicas, saúde, boas práticas entre os serviços de referência e construção de uma rede de atenção integral, tendo como público-alvo equipes das Coordenadorias Regionais de Saúde e dos ambulatórios que atendem a população trans.  

O seminário foi promovido pelo Núcleo de Inclusão e Diversidade da UFCSPA, em parceria com a área técnica de Saúde Integral LGBTI+ da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, a área técnica de Saúde LGBT da SES e com Laboratório de Interseccionalidades, Equidade e Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

A psicóloga Camila Guaranha e o enfermeiro Francis Rodrigues apresentaram o Painel dos Serviços Ambulatoriais de Referência para a Saúde de Pessoas Trans e LGB+ no Rio Grande do Sul. Os servidores explicaram como a temática está prevista no Plano Estadual de Saúde 2024-2027, que traz a equidade como uma das diretrizes e que determina como um de seus objetivos: “Aprimorar os processos desenvolvidos pela SES/RS, fortalecendo a regionalização e as Redes de Atenção à Saúde, com o propósito de promover a saúde da população”. 

O destaque foi a apresentação Painel Ambulatórios Trans, ferramenta criada para facilitar a localização dos 23 ambulatórios especializados no atendimento dessa população e que pode ser acessado por profissionais de saúde, usuários, gestores e pelo público em geral. O painel serve para mapear e otimizar o acesso aos serviços de referência, dando mais autonomia e agilidade para equipes da atenção primária e usuários. 

O RS conta atualmente com três ambulatórios do Programa Assistir e outros municipais, federais, de universidades comunitárias e de organizações não governamentais, além de dois serviços hospitalares que realizam procedimentos cirúrgicos (Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Hospital Universitário Miguel Riet Corrêa Júnior, da Universidade Federal do Rio Grande). 

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