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Governo do Estado habilita centro de atendimento do TEAcolhe em Eldorado do Sul

O serviço será oferecido na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e realizará 1,2 mil atendimentos por mês

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Habilitação do CAS TEAcolhe em Eldorado do Sul - Foto: Arthur Vargas/SES-RS

A titular da Secretaria da Saúde (SES), Arita Bergmann, esteve nesta terça-feira (31/3) em Eldorado do Sul, na região Metropolitana de Porto Alegre, e assinou a portaria que habilita o município para receber recursos estaduais para implantação e funcionamento de um centro de atendimento em saúde (CAS) do Programa TEAcolhe. O objetivo é ampliar a oferta de atendimentos especializados às pessoas com transtorno do espectro do autismo (TEA) e suas famílias.

“Estamos celebrando mais essa entrega, fruto de um trabalho de união e parceria do governo do Estado com a prefeitura e a Apae, que se traduz na efetivação de uma política pública à disposição da população de Eldorado do Sul e da região”, disse Arita. O serviço funcionará na Apae de Eldorado do Sul e a Secretaria da Saúde (SES) irá realizar um repasse mensal de R$ 100 mil.

Estão previstos, pelo menos, 1,2 mil atendimentos mensais, que deverão ser prestados a, no mínimo, 150 usuários. “Mais do que discursos, com a abertura do CAS aqui em Eldorado, estamos na prática fortalecendo uma política pública efetiva para o atendimento às pessoas com TEA”, destacou a prefeita Juliana Carvalho.

O CAS TEAcolhe de Eldorado do Sul irá se somar aos outros três centros já em funcionamento na Região de Saúde 3 (Carbonífera), que estão instalados nas Apaes de Barra do Ribeiro, Tapes e Charqueadas. “As Apaes representam cerca de 75% dos centros do TEAcolhe já aprovados no Estado”, ressaltou a diretora do Departamento de Atenção Primária e Políticas de Saúde (Dapps) da SES, Marilise Fraga.

TEAcolhe

O TEAcolhe é um serviço especializado do governo do Estado, executado pela SES e voltado ao atendimento gratuito e multidisciplinar de pessoas com TEA, visando à inclusão e ao apoio especializado, com dezenas de centros espalhados pelo Estado.

Cada CAS conta com uma equipe composta por pelo menos seis profissionais como psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e médicos especialistas, todos com formação específica no atendimento ao TEA. A iniciativa também oferece suporte às famílias e às redes municipais de saúde, educação e assistência social.

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