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Hospital de Parobé já realizou mais de 100 cirurgias de joelho pelo SUS Gaúcho

Com programa lançado pelo governo, expectativa do hospital é atender mais de 1,4 mil pessoas até o fim do ano

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A imagem mostra uma cena dentro de uma sala cirúrgica equipada, com iluminação intensa e paredes claras. Dois profissionais de saúde, vestidos com aventais cirúrgicos roxos, toucas e máscaras, estão realizando um procedimento médico. Um deles segura instrumentos conectados a um monitor, que exibe uma imagem circular, provavelmente de uma câmera endoscópica usada para visualização interna durante a cirurgia. Há cabos e equipamentos médicos visíveis, reforçando o ambiente altamente técnico e controlado.
Hospital deve realizar mais de 500 cirurgias pelo SUS Gaúcho até o término de 2025 - Foto: Luís André/Secom

O Hospital São Francisco de Assis, em Parobé, está promovendo um mutirão de cirurgias de joelho pelo Programa SUS Gaúcho. Desde o início da ação, em 15 de outubro, 460 pacientes foram atendidos, dos quais 105 já passaram por cirurgia. A expectativa do hospital é atender mais de 1,4 mil pessoas até o fim do ano.

Lançado pelo governador Eduardo Leite em setembro, o SUS Gaúcho é um programa estratégico que irá garantir um investimento extra na saúde do Rio Grande do Sul de R$ 1,025 bilhão em 2025 e 2026.

A paciente Andreia Potkowa aguardava pela cirurgia há um ano e nove meses após sofrer uma queda que ocasionou uma ruptura no joelho. Ela relata que já estava perdendo a esperança quando foi chamada pelo programa.

A imagem mostra uma pessoa sentada no chão, encostada em uma parede lisa de cor clara, vestindo um avental hospitalar azul com o logotipo e o nome “Hospital São Francisco de Assis” visível na parte frontal. A pessoa usa touca descartável e tem um acesso venoso no braço esquerdo, conectado a um equipo de soro que desce pela parede. Também há uma pulseira hospitalar no pulso esquerdo, indicando que está em ambiente clínico. O cenário é simples, com piso claro e sem outros objetos visíveis, reforçando o contexto hospitalar.
Andreia Potkowa aguardava pela cirurgia há um ano e nove meses - Foto: Luís André/Secom

“Eu já estava desistindo de esperar, mas tive a felicidade de me mandarem uma mensagem e de ser chamada para o mutirão. Esse programa é muito importante, especialmente por atender as pessoas que não têm condições financeiras de arcar com uma cirurgia particular e que não podem ficar esperando”, destaca Andreia.

O diretor-técnico do hospital, Leandro Cezar, ressalta a rapidez de todo o processo. “Estamos com tempo recorde entre a primeira consulta e a realização da cirurgia, de menos de três semanas. O primeiro paciente que foi operado durante o mutirão já estava esperando há oito anos para fazer a cirurgia de joelho. Ele veio aqui e, em menos de três semanas, foi operado. Esperamos alcançar, até o fim do ano, a marca de mais de 500 cirurgias realizadas pelo SUS gaúcho”, projeta.

Texto: Juliana Dias/Secom
Edição: Secom

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